Caixa dois
Tucanos condenam desvio de dinheiro da Petrobras para campanha do PT
Denúncias de desvios de dinheiro da Petrobras mostram que o partido da presidente Dilma, outra vez, se utiliza do governo para fins eleitorais. A crítica do líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), foi motivada por reportagem de “Época”. De acordo com a revista, a Controladoria-Geral da União (CGU) encontrou indícios de que convênio da estatal com a ONG Pangea serviu para abastecer o caixa dois de campanha do PT na Bahia, estado de Sérgio Gabrielli, ex-presidente da empresa.
“Mais uma vez o PT se utiliza do governo para fins eleitorais”, reprovou pelo Twitter. Para esclarecer a nova onda de irregularidades, Araújo anunciou que apresentará em março requerimentos às comissões de Fiscalização Financeira e de Minas e Energia. O deputado pedirá ainda ao Tribunal de Contas da União (TCU) abertura de auditoria externa nos contratos da petrolífera.
Governo omisso
Feldman afirma que auditoria do TCU comprova descaso da gestão Dilma no combate às drogas
Na contramão dos anseios da sociedade, auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) comprova o descaso do governo petista no combate ao tráfico de drogas, na avaliação do deputado Walter Feldman (SP). Os técnicos do órgão constataram quantidade insuficiente de agentes na região de fronteira, pouco tempo de permanência nessas unidades, problemas de infraestrutura nas delegacias, carência de equipamentos e de capacitação, além de pouca interação entre as forças policiais.
Como destaca Feldman, o PT nada faz para enfrentar os problemas das divisas brasileiras. “O estudo revela que a administração federal não cumpre com sua função: dar cobertura nas fronteiras e criar condições para a Polícia Federal exercer o seu trabalho. O controle da entrada das drogas no Brasil não vem sendo feito há muito tempo”, disse.
Deputado Raimundo Gomes de Matos (CE), ao destacar a necessidade de discutir no Congresso temas prioritários para a indústria.
Deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP), ao ressaltar a condenação de Marcos Valério pelos crimes de sonegação fiscal e falsificação. A Justiça de Minas condenou o operador do mensalão a mais de nove anos de prisão. |







